Nota: Leia Hebreus 10:19-22; 4:15,16 e João 14:6 e note como a Bíblia nos incentiva a ter ousadia para ir até o Santíssimo, na presença de Deus. Em Mateus 11:28, Jesus convida: “Vinde a Mim...” Outros inúmeros textos bíblicos mostram um Deus acessível a quem podemos ir diretamente em oração, por meio do Deus Filho. O padre diz que a Igreja Católica não é orgulhosa, mas o que dizer de sua atitude de mudar a lei de Deus, conforme estava previsto em Daniel 7:25? É só comparar o catecismo com os dez mandamentos em Êxodo 20. Finalmente, com respeito à suposta intercessão dos santos, mencionada pelo padre, é só estudar o que a Bíblia diz sobre o estado do ser humano na morte para saber que eles, de fato, não podem interceder por ninguém (clique aqui para conferir). Se os salvos estivessem no Céu, como também pensam os evangélicos de modo quase geral, realmente não haveria motivo para pensar que eles não pudessem interceder pelos vivos. No entanto, como ensinam as Escrituras, os salvos estão dormindo no pó da Terra aguardando inconscientes a ressurreição no último dia, na volta de Jesus.
Cada vez que ocorre algum massacre com vítimas inocentes, a revolta e a indignação se levantam e ganham a mídia. Desconhecendo (ou ignorando) a origem e o destino do mal, certos ateus procuram algo ou alguém para descarregar seu grito incontido, e frequentemente erram o alvo. No caso específico do massacre perpetrado pelo jovem Wellington Menezes de Oliveira, em Realengo, na zona oeste do Rio de Janeiro, na manhã do dia 7 de abril, quem foi realmente culpado? Os alunos que na infância do assassino praticaram bullying contra ele? A família que ainda nem foi reconhecer o corpo dele no IML? A sociedade hipócrita que adora programas que revelam o mundo-cão e enche salas de cinema para ver filmes que esbanjam violência? A falta de segurança de muitas escolas? A mídia, que espetaculariza crimes como esse e ajuda homicidas mentalmente perturbados na civilização da imagem a sair da invisibilidade frustrante? Os videogames que ele jogava? Os que venderam a arma para o bandido? Nã...
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