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Mostrando postagens com o rótulo Politica

Fundado em União o Círculo Monárquico Imperatriz Dona Amélia

Imperatriz Dona Amélia de Leuchtenberg Um dos primeiros nomes de nossa cidade foi “Vila Nova da Imperatriz” uma homenagem à Imperatriz Dona Amélia, segunda esposa de Dom Pedro I, naquele momento a pequena vila passava por transformações, desmembrando-se de Viçosa e tornando-se independente e para chamar a atenção do Império lhe foi dado este nome.  Cento e oitenta e seis anos mais tarde a cidade volta a falar de Monarquia com a criação do Núcleo Monárquico que levará o nome de Imperatriz Dona Amélia. Fundado em 13 de Outubro de 2017 o Núcleo tem como objetivo convencer os brasileiros de que o modelo político republicano presidencialista, implantado por golpe militar em novembro de 1889, jamais conseguiu se mostrar adequado ao Brasil, haja vista o número de vezes em que o país viveu sob regime de exceção e alterou a sua constituição desde aquele golpe. A partir da chamada República Velha até os dias de hoje, o Brasil jamais voltou a ter a proeminência que ocupava junto ...
Uma frase muitas vezes não ... dita, mas que passa na cabeça dos políticos. A política é a arte da impessoalidade . Cada acção é como o instante de uma centelha que escapa da ordem da generalidade. A política é a administração desta ordem. “Que valor tem uma acção face à complexidade do mundo?” Assim argumentam os anestesiados no torpor duplo de um Si [ 1] que é ninguém e de um Mais tarde que é nunca.  A burocracia, criada fiel da política, é o nada administrado para que Ninguém possa agir. Para que ninguém reconheça a sua responsabilidade na irresponsabilidade generalizada. O poder já não diz que tudo está sob controlo, diz pelo contrário: Se nem eu dou conta do recado, imagine-se outro qualquer no meu lugar “. A política democrática está hoje em dia baseada na ideologia catastrófica da emergência (” Ou nós ou o fascismo, ou nós ou o terrorismo, ou nós ou o desconhecido”).  A generalidade, mesmo a de oposição, é sempre um acontecimento que não acontece ...

Punhaladas na Política

A política é a arte da representação . Para governar as mutilações infligidas à vida, a política constrange os indivíduos à passividade, à contemplação do espectáculo montado a partir da própria impossibilidade de agir, a partir da delegação irresponsável das próprias decisões. Então, enquanto a abdicação da vontade de se determinar a si mesmo transforma os indivíduos em apêndices da máquina estatal, a política recompõem numa falsa unidade a totalidade dos fragmentos.  O poder e a ideologia celebram desta maneira o seu funesto casamento.   Se a representação é o que tolhe a capacidade de agir dos indivíduos, dando-lhes em contrapartida a ilusão de serem participantes e não espectadores, esta dimensão do  político reaparece sempre onde quer que qualquer organização suplanta o indivíduo e onde qualquer programa os mantém na passividade. Reaparece sempre lá onde uma ideologia une o que na vida é separado.

Mais um dia de propaganda enganosa ...

Jovens, crianças, idosos já não aguentam mais tanto barulho de carros de som, fogos, buzinas, gritos, panfletos jogados ao chão. Um política suja, não só pelas acusações e palavras de baixo calão, quando Téo e Ronaldo trocam farpas pelos comerciais e até nos debates na televisão. Uma campanha suja nas ruas, com panfletos que poluem nossas vias, que vão para os bueros e nos dias